O que voce achou das divisões dos grupos nas aulas de Sociologia?

sexta-feira, 25 de junho de 2010

O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL.

Caros estudantes,
Recebi este texto através do email. Não sei sobre a fonte e qual escritora holandesa escreveu. Apesar disso vale a pena ler e refletir...




"Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos.
Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado .
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com OS seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:

1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.

2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.

3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.

4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo..

5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.

6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.

7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.

8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.

10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.

11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano.

2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta.

3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais.

4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários.

5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo.

6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados.

7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem.

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada Brasil!!

Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!"

sábado, 5 de junho de 2010

Sejam Bem Vindos!

Pessoal, entrem no blog e façam comentários sobre a aula de Sociologia.
Criticas...Sugestões...Duvidas...

Estamos para isso mesmo!
Postado por Prof. Adriano Biajone às 16:04 0 comentários

Violência que Rola - Atividade com o 3 ano EM

Após a realização de um campeonato na escola, pode-se constatar inúmeros atos de violência entre os estudantes. Por conta disso, dentro da disciplina de Sociologia,através de uma aula dinâmica, com a utilização do vídeo "Violência que rola" (TV ESCOLA- Serie Etica-postado) buscou-se discutir e compreender o que é violência, seus significados, suas dimensões sociais e jurídicas, as razões pelas quais ela ocorre e de que formas ela nos afeta. Foi também uma oportunidade para conscientização sobre a responsabilidade de cada estudante em relação ao outro, para que possa haver, efetivamente o exercício da cidadania. Ao final para sistematizar o debate fora solicitado atividade: O que é violência?.

"Violência é um ato sem pensar. Você não chinga, maltrata ou agride, se você pensar (...)"

"Tudo de mal que você faz com as pessoas, não só afeta as pessoas que você fere, mas sim você mesmo [...]Para mim, isso que é violência:não só agressão, mas com palavras, como vi no filme" (Anderson)

"Quando agredimos alguém, tanto na agressão física e na moral, por mais que você peça desculpas, nunca mais será a mesma coisa(...). A violência passa de um e para outro, e assim por diante, até chegar em você de novo." (Monique)

"Violência é um ato que algumas pessoas fazem por impulso(...) Quando você agride uma pessoa issso fica marcado para sempre na vida dela (...)Ao invés de usar a violência, o melhor é conversar, saber o que está acontecendo e compreender. Diga não à violência!!" (Gustavo)

"Hoje em dia existe muitos casos de violência. As pessoas tem que pensar um pouco mais, antes de agir. Se isso acontecer, com certeza, vai diminuir a violência" ( Danilo Rodrigues)

"A violência é hoje parte de nosso cotidiano. (...)Se nós nos juntarmos e tomarmos consciência em tudo que fazemos, vamos ver o nosso ambiente, o nosso país, muito melhor de se viver" (Kellim)


" O filme também mostra que sem violência, com conversa, se resolve todos os tipos de problemas e tudo fica mais calmo e o ambiente melhor" (Alison)

" A violência é qualquer ato que cause mal a outra pessoa ou a si mesmo. A violência pode ser feita de qualquer maneira e afeta os outros de formas variadas" (João Miguel)

"Violência gera violência. Hoje podemos violentar alguém e amanhã podemos ser violentados por outras pessoas que foram violentadas.(...) é um ato de pessoas covardes que não conseguem resolver seus problemas de forma civilizada." (Manoel)

"A violência no mundo vem prejudicando os seres humanos, com atos, palavras, que acabam agedindo nossos amigos e perdendo grandes amizades" (Angélica)

"As pessoas acham que é normal chingar outra pessoa, mas nenhuma violência é normal, e uma pequena violência pode se tornar um grande" (Solange)

"Todos nós podemos ajudar. Basta denunciar em Centros de atendimentos, ONG"s, OAB, Delegacia da Mulher, enfim..." (Ediele)

"Nós devemos pensar nas palavras, antes de usá-las...Tem vezes que a gente está conversando e sem pensar falamos coisas e humilhamos..." (Janiane)

"Converse muito para não deixar uma pessoa ofendida ou ficar realmente magoada com o assunto..." (Sheila)

O caso de Miguel (Colaboração - Coordenadora Beth)

Objetivo: Trabalhar com estudantes do 1º ano do Ensino Médio a noção de senso comum. Os problemas do senso comum. Paralelo com o ‘Olhar Sociológico”. Demonstrar o modo de julgar e avaliar. Não são raras às vezes em que nós mesmos nos assustamos com nossa permanente capacidade de julgamento. Na verdade, vivemos julgando pessoas e coisas. Vivemos mensurando e avaliando tudo o que encontramos pela frente, como um radar atento. Não raro, também, nos equivocamos escandalosamente. O sociólogo David William Carraher defende que para pensarmos criticamente é necessário sermos perspicazes, enxergarmos além das superfícies, questionarmos onde não há perguntas já formuladas e ver prismas que os outros não vêem.

METODOLOGIA DE TRABALHO
A sala foi dividida em cinco grupos e distribuída entre elas os cinco textos apresentados logo adiante. Fora estabelecido um prazo de dez minutos. Nesse período cada equipe teve como tarefa a de julgar ou avaliar o comportamento de um certo Miguel, observado em diferentes momentos de um dia e descrito nos textos. Acompanharam o comportamento de Miguel por meio dos relatos de sua mãe, da faxineira, do zelador do edifício, do motorista de táxi e do garçom da boate que ele freqüenta. Encerrado esse prazo, os grupos, um a um, realizaram o seu relato descrevendo como perceberam Miguel. Debate após os relatos. Depois disso, fora realizado a leitura do relato do próprio Miguel sobre o que ocorreu naquele dia. Debate.
Relato n° 01 – De Sua Mãe Miguel levantou-se correndo, não quis tomar café e nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Só apanhou o maço de cigarros e a caixa de fósforos. Não quis colocar o cachecol que eu lhe dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência a meus pedidos para se alimentar e abrigar-se direito. Ele continua sendo uma criança que precisa de atendimento, pois não conhece o que é bom para si mesmo. -----------------------------------------------------------------
Relato n° 02 – Do Garçom da Boate Ontem à noite ele chegou aqui acompanhado de uma morena, bem bonita, por sinal, mas não deu a mínima bola para ela. Quando entrou uma loira, de vestido colante, ele me chamou e queria saber quem era ela. Como eu não conhecia, ele não teve duvidas: levantou-se e foi à mesa com ela. Eu disfarcei, mas só pude ouvir que ele marcava um encontro, às 9 da manhã, bem nas barbas do acompanhante dela. Sujeito peitudo! ----------------------------------------------------------------
Relato n° 03 – Do Motorista de Táxi Hoje de manhã, apanhei um sujeito e não fui com a cara dele. Estava de cara amarrada, seca, não queria saber de conversa. Tentei falar sobre futebol, política, sobre o trânsito e ele sempre me mandava calar a boca dizendo que precisava se concentrar. Desconfio que ele é daqueles que o pessoal chama de subversivo, desses que a policia anda procurando ou desses que assaltam motorista de táxi. Aposto que anda armado. Fiquei louco para me livrar dele. -----------------------------------------------------------
Relato n° 04 – Do Zelador do Edifício Esse Miguel, ele não é certo da bola, não! Às vezes cumprimenta, às vezes finge que não vê ninguém. As conversas dele a gente não entende. É parecido com um parente meu que enlouqueceu. Hoje de manhã, ele chegou falando sozinho. Eu dei bom dia e ele me olhou com um olhar estranho e disse que tudo no mundo era relativo, que as palavras não eram iguais para todos, nem as pessoas. Deu um puxão na minha gola e apontou para uma senhora que passava. Disse, também, que quando pintava um quadro, aquilo é que era a realidade. Dava risadas e mais risadas... Esse cara é um lunático! ----------------------------------------------------------------
Relato n° 05 – Da faxineira Ele anda sempre com cara de misterioso. Os quadros que ele pinta, a gente não entende. Quando ele chegou, na manhã de ontem, me olhou meio enviesado. Tive um pressentimento ruim, como se fosse acontecer alguma coisa ruim. Pouco depois chegou a moça loura. Ele perguntou onde ele estava e eu disse. Daí a pouco ouvi ela gritar e acudi correndo. Abri a porta de supetão e ele estava com uma cara furiosa, olhando para ela cheio de ódio. Ela estava jogada no divã e no chão tinha uma faca. Eu sai gritando: Assassino! Assassino! ----------------------------------------------------------------
Relato do próprio Miguel sobre o ocorrido nesse dia Eu me dedico à pintura de corpo e alma. O resto não tem importância. Há meses que eu quero pintar uma Madona do século XX, mas não encontro uma modelo adequada, que encarne a beleza, a pureza e o sofrimento que eu quero relatar. Na véspera daquele dia, uma amiga me telefonou dizendo que tinha encontrado a modelo que eu procurava e propôs nos encontrarmos na boate. Eu estava ansioso para vê-la. Quando ela chegou fiquei fascinado; era exatamente o que eu queria. Não tive duvidas. Já que o garçom não a conhecia, fui até a mesa dela, me apresentei e pedi para ela posar para mim. Ela aceitou e marcamos um encontro no meu ateliê às 9 horas da manhã. Eu não dormi direito naquela noite. Me levantei ansioso, louco para começar o quadro, nem pude tomar café, de tão afobado. No táxi, comecei a fazer um esboço, pensando nos ângulos da figura, no jogo de luz e sombra, na textura, nos matizes... Nem notei que o motorista falava comigo. Quando entrei no edifício, eu falava baixinho. O zelador tinha falado comigo e eu nem tinha prestado atenção. Aí, eu perguntei: o que foi? E ele disse: bom dia! Nada mais do que bom dia. Ele não sabia o que aquele dia significava para mim. Sonhos, fantasias e aspirações... tudo iria se tornar real, enfim, com a execução daquele quadro. Eu tentei explicar para ele que a verdade era relativa, que cada pessoa vê a outra maneira. Ele me chamou de lunático que você vê, não existe. Quando eu pude entrar, dei de cara com aquela velha mexeriqueira. Entrei no ateliê e comecei a preparar a tela e as tintas. Foi quando ela chegou. Estava com o mesmo vestido da véspera e explicou que passara a noite em clara, numa festa. Ai eu pedi que sentasse no lugar indicado e que olhasse para o alto, que imaginasse inocência, sofrimento... que... Ai ela me enlaçou o pescoço com os braços e disse que eu era simpático. Eu afastei seus braços e perguntei se ela tinha bebido. Ela disse que sim, que a festa estava ótima, que foi pena eu não ter estado lá e que sentiu minha falta. Enfim, que estava gostando de mim. Quando ela me enlaçou de novo eu a empurrei e ela caiu no divã e gritou. Nesse instante a faxineira entrou e saiu berrando: Assassino! Assassino! A loura levantou-se e foi embora. Antes, me chamou de idiota. Então, eu suspirei e disse: ah, minha madona! (Autor Desconhecido). (Descrição da dinâmica retirada do blog DAINIR FEGURI http://dainirfeguri.blogspot.com/2009/07/o-caso-de-miguel.html).

Participação da "Migrante" Terezinha Lambert com o 2º ano EM

No dia 27 de Maio de 2010, a Srª Terezinha Lambert, vereadora de Itaóca, esteve com estudantes da 2ª série do Ensino Médio da Escola EE Profº Elias Lages de Magalhães para partilhar sua história de vida. A participação na aula ocorreu após convite do Profº de Sociologia, Adriano Biajone, que trabalhou com a turma a Situação de Aprendizagem II e III do 1º Bimestre: “O estrangeiro do ponto de vista sociológico” e “A formação da diversidade”,
O objetivo da temática foi de desenvolver com os estudantes os conceitos de migração, imigração e emigração, importantes para reflexão da formação da diversidade, bem como para estabelecer uma reflexão com os estudantes sobre as razões da migração, apresentando uma visão sociológica do estrangeiro.
Dª Terezinha, como é conhecida, contou através de uma descontraída conversa, sobre a migração de parte de sua família da cidade de Cambuí-MG para Itaóca-SP, desde o momento da viagem até o momento atual, relembrando inúmeras histórias de família bem como fatos e acontecimentos que marcaram o rumo da história do municipio, já que seu esposo, José Lambert (já falecido) fora o primeiro prefeito do municipio.
Os estudantes conversaram com Dª Terezinha, sobre religião, língua (dialetos), adaptação da alimentação, costumes, entre outros. Dos assuntos, o que mais chamou atenção dos estudantes foi a dificuldade para descobrir a receita ideal para o doce de leite, que hoje é fabricado em seu sítio, e as curiosas histórias envolvendo São Benedito.
Dª Terezinha saiu satisfeita com a participação dos estudantes na aula e finalizou dizendo que fará para os mesmos sua famosa receita de broa. Os estudantes, por sua vez, gostaram da participação de Dª Terezinha e ficaram muito agradecidos pelos doces de leite que ela entregou ao final. O professor Adriano conclui dizendo que a experiência foi muito boa pois proporciou informações sobre o conteúdo da disciplina, bem como informações que dereta ou indiretamente, refere-se a história de vida dos estudantes.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Trabalho: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS



APÓS ESTUDOS, ESTUDANTES DO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO REALIZARAM DESENHO SOBRE O ARTIGO DA DUDH QUE MAIS ACHAVAM IMPORTANTE.
OS ARTIGOS ESTÃO em comentários.

Despedida da escola Cacilda e Anézia

Caros estudantes da escola Anézia e Cacilda...
Não foi fácil dizer o "até breve..." Mas foi necessário.
Saibam que foi uma experiência incrível conhecer e trabalhar com vocês. Das lembranças, ficarei somente com as boas.
Sei que não fui o professor ideal, mas saibam que trabalhei para pelo menos chegar a próximo disso.
Mesmo fora da sala de aula, saibam que continuo a disposição de vocês, SEMPRE!
ATÉ BREVE!!!



A covardia coloca a questão: 'É seguro?'
O comodismo coloca a questão: 'É popular?'
A etiqueta coloca a questão: 'é elegante?'
Mas a consciência coloca a questão, 'É correto?'

E chega uma altura em que temos de tomar uma posição que não é segura, não é elegante, não é popular, mas o temos de fazer porque a nossa consciência nos diz que é essa a atitude correta.
Martin Luther King